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quinta-feira, 21 de junho de 2018

CALEIDOSCÓPIO 22/06/2018

AS COPAS DO MUNDO QUE EU  “VI” – Das 20 edições da Copa do Mundo da Fifa, apenas não tomei conhecimento de duas. A  primeira, n o Uruguai, em 1930, tinha apenas cinco anos. Na seguinte na Itália, em 1934, também ainda não dava bolas para futebol. Os divertimentos e brincadeiras eram outros, na rua Floriano Peixoto, a um quarteirão do Quartel da Polícia. De 1938 até hoje, porém, pelo rádio ou televisão, “vi” muitas Copas. A primeira, então, já me deixou ansioso como ferrenho torcedor. Toda cidadezinha provincial que era Fortaleza viveu momentos de expectativa. Os jornais da terra, no dia dos jogos do Brasil, lá estavam com suas primeiras páginas estampando: Batatais; Domingos e Machado; Zezé, Martim e Afonsinho; Lopes, Romeu, Leônidas, Perácio e Patesco. Não me lembro quem tinha um rádio na zona, mas o fato é que todos da vizinhança se acotovelavam na casa do dono do Philco para “assistir” aos jogos. Vibrei com o “Diamante Negro”, vibrei com o gol de Perácio de 35 metros distante das traves. Em 1950, trabalhando no jornal “O Povo”, passei a ser mais atento, pudera, pois trabalhava com o Antônio Tavares na feitura da página de esportes. A decepção foi enorme com aquele gol do uruguaio Ghiggia fazendo os 2x1 em cima do Brasil, calando os torcedores brasileiros que lotavam o Estádio do Maracanã, de resto deixando “de luto” todo o Brasil. Oito anos depois veio a desforra: Beline levantou o Caneco na Suécia, a taça Julies Rimet, e surgiu o mito Pelé, com apenas 17 anos se consagrando como “Rei do Futebol”. O resumo da ópera é que, nervoso como sou quando os “meus” times jogam – o Brasil e o Fortaleza, “vi” quase todas as Copas do Mundo de Futebol. Uma festa e muito “mé”. Ao lado de amigos diletos, nas transmissões das pelejas em que o nosso selecionado participava. Várias foram marcantes, como a de 1962, com a primeira transmissão, em Fortaleza, já pela TV. Foi na casa do Ivanzinho, ao lado de amigos de fé como o Mundico, o Zé Sidrião e o Freitinhas, os três há muito fazendo festa no céu. O Ivanzinho, que também já se foi, era o prestimoso cozinheiro da turma, quando íamos para a chácara do comandante Chaves, em Guaramiranga. Outra Copa que também nos marcou aconteceu em 1986. O ponto de encontro foi no “Passa Raiva”, um bar- restaurante do Nelson Fahena e do Hélio Rocha Lima, em agradável local na Piedade e onde os jornalistas e amigos se reuniam para bons “papos”.  Não obstante a seleção do Brasil ter um dos melhores quadros de todos os tempos, com Zico, Socrates e companhia, incompreensivelmente perdemos para a França.  Assim  aconteceram até hoje as “minhas” Copas do Mundo. Muitas vitórias, muitas decepcionantes derrotas, como aquele de quatro anos atrás, de 7 x 0 para a Alemanha, com um Mineirão repleto de torcedores brasileiros. Nesta que está acontecendo na Rússia, não obstante o embaraçoso empate do primeiro jogo, ainda confiamos na nossa seleção, que é de primeira qualidade. Quanto à próxima Copa de 2022, não sei se ainda estarei por aqui, pois sou um autêntico “pé na cova” ...
FEIRAS DE PEQUENOS NEGÓCIOS- Com o intuito de estimular a geração de emprego e renda, a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico (SDE), desenvolve, mensalmente, o Programa Feiras de Pequenos Negócios. A ação já cadastrou 2.006 artesãos nas 1.259 feiras realizadas desde 2014. Neste momento, o faturamento gerou cerca de R$ 4,2 milhões para os pequenos empreendedores de Fortaleza.
Neste mês de junho, as feiras são realizadas em vários pontos da Cidade: nas sedes das Secretarias Regionais I e III, na Praça do Lago Jacarey, nos terminais de ônibus, no Vapt Vupt Messejana e Antônio Bezerra, na Praça Murilo Borges, no calçadão da Praia de Iracema, no Mercado dos Peixes, entre outros.
O Programa Feiras de Pequenos Negócios de Fortaleza disponibiliza um espaço fixo onde é possível encontrar uma amostra dos produtos comercializados: o Espaço do Artesanato, localizado na Avenida Santos Dumont, 2500, loja 17, no bairro Aldeota, que é uma verdadeira
CADASTUR - O número de meios de hospedagem cadastrados no Cadastur, do Ministério do Turismo, cresceu 54% desde o início da “Operação Verão Legal” realizada pela Pasta e que visitou, até maio, estabelecimentos de 24 capitais brasileiras. A iniciativa também impactou no número total de cadastros incluindo outros segmentos. 
Atualmente, o Cadastur conta com 70.760 registro, marca histórica da ferramenta e que representa um aumento de 22% em comparação ao início da operação. 
Os estados com maior índice de regularização foram Paraná (88%), Piauí (87%)m Maranhão e Mato Grosso do Sul (83%) e Paraíba (80%). 
SELO PARA PRODUTOS ARTESANAIS ESTÁ REGULAMENTADO POR LEI - Foi publicada na sexta-feira, 15, a Lei 13.680/2018, que cria selo estadual para permitir a comercialização em todo o país de produtos artesanais com origem animal - queijos, salsichas, linguiças, presuntos, mortadelas, salames e geleias. O texto é decorrente do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 16/2018, aprovado no Senado no último dia 23, e que já entrou em vigor.
Pela regra anterior, produtos artesanais com origem animal só podiam ser comercializados fora do estado em que foram produzidos caso tivessem o selo SIF (do Serviço de Inspeção Federal), que pode levar cerca de dois anos para ser emitido pelo Ministério da Agricultura.
Pela nova lei, os produtos passam a ser identificados em todo o país a partir de selos com a inscrição “Arte”, que serão concedidos pelos órgãos de saúde pública em cada estado. Por se tratarem de pequenos e médios produtores, as exigências de registro serão adequadas às dimensões de cada empreendimento, e os procedimentos deverão ser simplificados.
Já a inspeção e fiscalização terão natureza prioritariamente orientadoras, com critério de dupla visita para a lavratura dos autos de infração. (Com a Agência Senado). 

SER HONESTO AINDA VALE A PENA

Ao findar a leitura deste artigo, dirão alguns; “Que bobo este jornalistazinho”! Por que perder seu tempo, escrevendo sobre a malversação de dinheiro e bens públicos? Será que não sabe que o rol de desonestos se alastra cada vez mais?
Respondemos aos canalhas que, como cidadão e jornalista, temos a obrigação de protestar contra a bandalheira em nosso país, Estado e Município. Atualmente, quem é honesto, ético, profissional, conduta ilibada e transparente em tudo, de tantas bandalheiras, roubos, furtos, violência moral e física, padece da – digamos -  “Solidão dos Honestos”, visto sentir vergonha de ser honesto, ao conviver com essa gentalha, que sempre quer levar vantagem em tudo nesta vida.
Vamos fugir um pouco de assuntos turísticos, para enfocar falcatruas e corrupções, nos três segmentos econômicos (Indústria, Agropecuária e Serviços), sem falar do assédio moral e da falta de Ética nos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), e em empresas privadas. Isto posto, chega-se à conclusão de que o mundo parece ser dos canalhas e somente tem valor quem possui muito dinheiro, ocupa cargos importantes e esbanja autoridade – melhor falar em autoritarismo -  por todos os poros.
Não é brincadeira, não, gente! É pura verdade! A comprovação da retrocitada assertiva tem-se, nos noticiários de jornais, revistas, emissoras de rádio e de televisão, afora outros meios modernos de comunicação de massa, como: blogs, twetters, facebooks, (redes sociais). Quanta vergonha! Ser corrupto (a) parece dar mais “status” a alguns homens e mulhres públicos e da iniciativa privada, tendo em vista a abundância de dinheiro dos contribuintes em suas contas particulares.
Corruptos, no sentido amplo do termo, não residem somente em mansões e em bairros elegantes, para poderem achincalhar, zombar e rir, na cara, daqueles que não seguem seus exemplos, como verdadeiros marginais e devotos intransigentes da “Lei de Gérson”, posta em prática, diariamente, contra os cofres federais, estaduais e municipais.
Antigamente, era comum afirmar-se que os ladrões eram da classe baixa e, assim mesmo, aqueles (as) de pele negra. Mas, tudo era preconceito. Os brancos culpavam os negros pela marginalidade no Brasil. Entretanto, de uns anos para cá, a roubalheira, a bandidagem e a safadeza passaram a ser cometidas por homens brancos e autoridades dos três Poderes (Federal, Estadual e Municipal). Sinceramente, não acreditamos que se possa extinguir, no Brasil, a corrupção, pois esta não é, apenas, o furtar dinheiro e sim o usufruir, descaradamente, em benefício próprio, bens móveis e imóveis públicos, sem falar do vigente nepotismo nas organizações públicas.
Ainda bem que uma parte da Imprensa está, mediante reportagens investigativas, descobrindo falcatruas, apontando fatos escandalosos, que denigrem, dentro e fora, o país, a imagem de uma Nação que tem tudo, para ser exemplar perante os demais países.
O pior da corrupção é que os protagonistas perdem, apenas, cargos públicos e muito menos devolvem o que furtaram. A não punição parece estimular os “amigos do alheio” a sempre permanecerem ativos e vigilantes para novas investidas. E, assim, vivenciamos a solidão dos honestos no meio de sagazes larápios públicos e da iniciativa privada. Vejam que não estamos generalizando. Há pessoas honestas nos diversos escalões.
Agora, alguns perguntarão se, no Turismo Brasileiro, há falcatruas e corrupção. Claro que as existem, inclusive há desvios de verbas, destinadas à infraestrutura de suporte ao setor, para citar um exemplo.
Acrescente-se, como justificativa do acima citado, os milhões de reais, para a restauração das rodovias brasileiras, com obras superfaturadas e sem qualidade, o que é vergonhoso. A situação agrava-se, mediante desastres de trânsito, no cotidiano, além de assaltos a motoristas de caminhões e de carretas, com a finalidade de roubarem as cargas muitas delas valiosas. Eita, Brasil!

AS DÉCADAS QUE FORAM DE OURO

Evidente que cada indivíduo tem as suas preferências, elege as suas opções, imagina-se vivendo ou ter vivido em oportunidades áureas. No entanto, em virtude das razões que buscarei elencar agora, estou convencido de que as gerações que estiveram presentes nas décadas entre os anos 40 e 90 foram contempladas com o testemunho dos momentos mais exuberantes que o século passado e o início deste – até agora – puderam proporcionar.
E, na análise que me conduz a tal convicção, e levando em conta o espírito comparativo dos momentos, busco textualizar inúmeras situações, diversas contradições, várias deambulações, que me levam à fixação do que me permito configurar.
E nesse contexto, permeio a situação política, os hábitos e costumes comparativos, os padrões morais e éticos, as ações e reações individuais e coletivas, a valorização da famíia, as manifestações artísticas em todos os níveis. Tudo envolto sobretudo na sublimação da inteligência.
No plano político é até, perdoem-me, vergonhosa a ilação. A desenganada “bagunça” a que as lideranças nos conduziram bate de frente com a racionalidade daquelas décadas. Senão vejamos: então, apenas três partidos políticos demandavam as preferências majoritárias dos brasileiros: UDN, PSD e PTB (União Democrática Nacional, Partido Social Democrático e Partido Trabalhista Basileiro). As suas lideranças eram bem definidas, sobretudo na figura emblemática de GETÚLIO VARGAS que inspirou a criação do PTB. Correndo por fora o Bigadeiro EDUARDO GOMES, na UDN e, mais adiante, JUSCELINO KUBITCHEK DE OLIVEIRA, no PSD.
Era época em que a fidelidade partidária mantinha-se incólume, não ocorria a desastrada debandada em busca da afirmação dos interesses pessoais de toda a sorte, o que degenerou na proliferação de agremiações sem qualquer compromisso ou identificação ideológica ou caracterização racional.
A violência continha-se em índices perfeitamente ajustaveis, nêsse ítem inclusa a endêmica corrupção, sobretudo e principalmente política, que enrubesce a mais liberal imaginação. Os indivíduos não se identificavam como proprietários do relacionamento amoroso para lhe exigir a perpetuidade sem a qual a tresloucada atitude vem, hoje, conduzindo os comportamentos. Os desvairios sexuais, na ponta do que situo a agressividade de toda a sorte, muito particularmente às mulheres e aos menores, se ocorressem seriam de escandalizar o mundo pela sua excepcionalidade.
Na outra ponta estavam os costumes, os hábitos salutares, os comportamentos lineares. Ocorrem-me as festas nos clubes sociais que, então, eram o desaguadouro das espectativas romanciadas. Sobretudo nas famílias, estas, por sinal, com estrutura sólida e destinação da segurança. A praia e o cinema somavam-se para guardar as intenções de exultação espiritual. Desaguadas na exaltação dos ídolos de então, tais Lauren Bacal, Hunfrey Boggart, Olivia de Haven, Paulette Goddart, Marilyn Monroe, Brigite Bardot e tantos que seria enfastidiosa a enunciação.
E a música, desde a romântica Itália, pelas inspiradas canções napolitanas, passando pela exuberante França com o seu Frenche-Can-Can do Moulin Rouge e de Toulouse Lautrec, divagando pelo vigoroso Flamenco de Paco de Lucia e da Andaluzia na Espanha, até o emocionante Fado de Amália Rodrigues e seu místico Portugal. Chegando à sudamérica com o Tango projetado por Carlos Gardel. 
Subindo um pouco mais para encontrar em Perez Prado a excelência do mambo na América Central, do Caribe, Cuba e México. Em Agustin Lara, Maria Alma, Ernesto Lecuana, Pedro Vargas, Gregório Barrios e tantos, o sentimento decantado do bolero. Até pousarmos na exuberante presença de Maria Antonieta Pons e Cuquita Carballo, como legítimas executoras da sensual dança latina.
Subindo ainda mais vamos alcançar o “jazz” de Louis Armstrong e a afirmação, sobretudo pela influência do cinema, nos encantos de interpretação dos Frank Lane, Bing Crosby, Nat King Cole, Ella Fitzgerald até o inefável Frank Sinatra.
Mas foi aqui no Brasil que a música mais se elevou, saída da ritimação do samba cadenciado até a inspiração da “bossa nova” que buscou uma nova roupagem para exaltar a alegria verde e amarelo. No que João Gilberto foi seu inspirador maior, enquanto Vinicius e Tom lhe configuraram a excelência da poesia. Em meio ao repíque dos tamborins na exaltação das Escolas de Samba, a música brasileira encontrou ainda novos e sugestivos caminhos com a Tropicália, valendo ainda a inssurreição da Bahia para tanta derivação. Nisto, não há como deixar de listar Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Betânia.Impossível, em meio a tanta excelência sonora, deixar também de reviver Caymmi com a sua baianidade.
Ao lado de toda essa argumentação, resta-me exultar que foi no período que o Bahia logrou o primeiro dos dois títulos de campeão basileiro (Taça Brasil de 1959). E que foi em 1958, 1970 e 1974 que o Brasil conquistou o tri-campeonato mundial.
Por tudo, chega a ser exaustivo,  permanecer na busca de exemplos quantos para enriquecer argumentos. Verdade, são outros tempos. Cada qual na sua espectativa. Mas, perdoem-me, aqule momento foi, inquestionavelmente, singular. 
Razão pela qual eu exulto na perquirição da memória para resgatar tanta alegria.

MARCO HISTÓRICO - A CAPITAL DO URUGUAI TEM ROTA TURÍSTICA DE FUTEBOL

Para quem é fanático por futebol, o Uruguai lançou a rota especial para esse esporte em Montevidéu. A capital uruguaia é marco da história da Copa do Mundo, sendo a sede do lendário Estádio Centenário e um dos cenários da primeira Copa, ocorrida em 1930. Não existe dúvida de que se fala de um país futebolístico, fato demonstrado por suas vitórias nas copas de 1930 e 1950, além de 15 vitórias nas Copas Américas.
Grandes estrelas da história do futebol uruguaio têm origem montevideana, dentre eles estão: Diego Forlán – bola de ouro de melhor jogador do mundo em 2010,; o inesquecível Obdulio Varela – protagonista do maracanaço em 1950, em cima do Brasil; o mestre Óscar Tabárez - treinador da seleção uruguaia por mais de 10 anos; e outros nascidos em Salto como Luis Suárez - atacante do Barcelona e Edinson Cavani - ganhador da bola de Ouro em 2017. 
Na capital do país vizinho se respira futebol, e para qualquer amante desse esporte é impossível estar na cidade e não visitar seus principais estádios.
Eis a rota  perfeita para os turistas fanáticos pelo futebol:
O primeiro Gol dos Mundiais - Uma escultura e uma placa representam o arco do primeiro gol das Copas do Mundo, localizado na rua Coronel Alegre, entre Silvestre Blanco e Charrúa, no bairro Pocitos. Ambos simbolizam o primeiro jogo e o primeiro gol do mundo executado pelo francês Lucien Laurent, contra o México no Estádio de los Pocitos, Peñarol na época, desaparecido em 1934.
 ESTÁDIO CENTENÁRIO -  Foi construído especialmente para a organização da Copa do Mundo em 1930. É lá que a equipe uruguaia joga as partidas em casa. Além disso, sediou o Campeonato Sul-Americano em 1942, 1956 e 1967, bem como a Copa América de 1995, todos vencidos pela seleção uruguaia. Neste estádio está o Museu do Futebol, que busca preservar o patrimônio uruguaio e divulgar a história do esporte do país, da América do Sul e do mundo. Lá, o turista é testemunha ocular da coleção dos melhores momentos do futebol uruguaio, como troféus, roupas e bandeiras. Como curiosidade, o Centenário foi declarado pela FIFA, em 1983, Monumento Histórico do Futebol Mundial, sendo a única obra desse tipo no mundo.
 Vale ressaltar que existem considerações sobre a possibilidade de remodelação do estádio para a Copa de 2030 organizada por Uruguai, Argentina e Paraguai. O local já foi definido como um dos principais cenários e receberá partidas do evento.
ESTÁDIO CAMPEÃO DO SÉCULO OU PEÑAROL-  É mais conhecido como Peñarol, uma vez que é propriedade do Club Atlético Peñarol. Apelidado de ESTÁDIO CAMPEÃO DO SÉCULO, recebeu este título, outorgado pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol, por ser o melhor clube da América do Sul do século XX. Inaugurado em março de 2016, sua primeira partida foi um amistoso contra o River Plate, onde Peñarol venceu de 4 X 1, com assinatura de Diego Forlán, Luis Aguiar e Cristian Palacios. Lá, também tem um museu, onde o visitante pode encontrar os troféus mais importantes do clube, bem como acessórios históricos, e camisas usadas pelos principais jogadores do time.
ESTÁDIO GRAN PARQUE CENTRAL -  Popularmente conhecido como El Parque, é propriedade do Club Nacional Football. Construído em 1900, é o estádio mais antigo da América e o décimo quinto do mundo. O Templo Tricolor, como também é chamado, entrou para a história como a sede do primeiro jogo da história dos campeonatos mundiais. Em 2005, recebeu um prêmio da FIFA pela comemoração do primeiro jogo da Copa do Mundo. Em 2005, El Parque foi reaberto com uma partida entre Nacional e Olímpia (Paraguai).
ESTÁDIO LUIS FRANZINI -  Localizado no Parque Rodó, é onde a equipe do Defensor Sporting treina e joga, embora o estádio seja usado tanto para o Campeonato do Uruguai como para torneios internacionais e para a Copa Libertadores e o Campeonato Sul-Americano. Tem capacidade para 18.000 espectadores. Recebe seu nome em homenagem a Luis Franzini, que foi presidente do clube.

DESTINOS POPULARES - CINCO ATRAENTES “POINTS” DO CENTRO DE PORTUGAL

A mais charmosa região portuguesa, o Centro de Portugal, é cheia de destinos populares: Aveiro, Coimbra, Viseu, Nazaré, Óbidos, Tomar, Fátima e tantos outros. Suas belezas se estendem por todo o território - ocupado por 2,3 milhões de habitantes que têm o dom de bem receber. 
O Centro de Portugal possui inúmeros patrimônios da UNESCO, um litoral que é um paraíso do surfe, aldeias históricas, gastronomia riquíssima, vinhos inesquecíveis, natureza exuberante e muita cultura, que se somam a incontáveis motivos para uma visita. A principal cidade, Coimbra, está a apenas 200 quilômetros de Lisboa e a 135 quilômetros do Porto. 
Com 279 quilômetros de litoral, a charmosa região vem atraindo inúmeros turistas que buscam aproveitar a estação mais quente do ano. Vejamos cinco cidades da costa desta charmosa região portuguesa que são “points” preferidos nesta época do ano:
COSTA NOVA - O que chama mais atenção na Costa Nova não é a praia em si, e sim as casinhas tradicionais que ali se encontram, chamadas de palheiros. Antigos abrigos de pescadores, elas passaram a ser alugadas quando a praia começou a atrair banhistas, e hoje são a grande atração do destino. Impossível não se encantar pelas charmosas construções!
Figueira da Foz
FIGUEIRA DA FOZ - Um dos “points”  de veraneio mais tradicionais de Portugal, Figueira da Foz é cheia de vida, com muitas opções de hotéis e uma atmosfera peculiar, que une a autenticidade de um porto de pesca ao cosmopolitismo herdado da Belle Époque, quando era o principal destino de verão do país. Por lá, a Praia da Claridade é conhecida como a "Rainha das Praias de Portugal".
NAZARÉ -Sem dúvida Nazaré é uma das cidades litorâneas mais conhecidas de Portugal desde que, em 2011, o lendário Garrett McNamara surfou uma onda de mais de 30 metros na Praia do Norte. O fenômeno do canhão de Nazaré garante ondas gigantes de novembro a fevereiro, o que tornou a Naza, como foi apelidada a cidade, um destino dos sonhos para os praticantes mais destemidos do esporte.
BERLENGAS - O arquipélago das Berlengas tem uma única praia que faz a cabeça dos turistas de verão mais exigentes e é considerada uma das praias mais bonitas do mundo. Parte da Reserva Natural das Berlengas é uma área protegida e, por isso, tem acesso controlado de maio a outubro, o que garante que nunca esteja lotada. Além da praia, há dezenas de grutas impressionantes para explorar, algumas delas submersas e acessíveis apenas por mergulho.
PENICHE - Este também é um destino popular entre os surfistas, mas não por suas ondas gigantes. A mágica de Peniche é que ela está situada em uma península, ou seja: tem praias com condições geográficas diferentes, o que praticamente garante boas ondas todos os dias. A praia mais famosa é a Supertubos, que tem ondas tubulares perfeitas. Este é um destino incrível para quem quer fazer as primeiras tentativas sobre a prancha.

NO SANTUÁRIO INCA - ROTEIROS DO MOUNTAIN LODGES VÃO ALÉM DE MACHU PICCHU

Eterna capital do Império Inca, a cidade de Cusco está em festa. Os cantos tradicionais, danças típicas e procissões religiosas de junho enchem de cores suas ruas coloniais desde o início do mês. Em 2018, o auge da celebração do Inti Raymi, a Festa do Sol, acontece em 24 de junho. É no período do solstício de inverno no Hemisfério Sul que os povos andinos agradecem ao astro-rei pela colheita. Até lá, os viajantes que desembarcam em Cusco para viajar a Machu Picchu com o Mountain Lodges of Peru aproveitam para ter os primeiros contatos com os costumes de um povo orgulhoso de suas raízes.
TURISMO RESPONSÁVEL - Engajada na promoção dos valores originais dos povos peruanos, a operadora local Mountain Lodges of Peru inclui as festividades de junho no rol de opções para seus viajantes como um aperitivo do que vem pela frente. Premiada por praticar um turismo responsável no aspecto socioambiental, a empresa organiza viagens de imersão de 5 ou 7 dias para Machu Picchu por caminhos pouco frequentados. É o caso do roteiro de aventura light pelo Vale de Lares e do trekking e da cavalgada pela região de Salkantay. O destino desejado é o mesmo, a cidade sagrada de Machu Picchu. A diferença está no caminho, em ambos os casos formado por pueblos cheios de charme.
RITUAL DE GRATIDÃO - Além de viajar por cenários espetaculares de sítios arqueológicos, cascatas imensas, picos nevados, lagos turquesa e rios caudalosos, a jornada aproxima os visitantes da cultura e da fé dos nativos. O Inti Raymi de Cusco, por exemplo, mobiliza toda a comunidade a preservar a reverência ao sol e à Terra, que os incas diziam serem a força por trás da vida humana. 
Ações sociais e outras atividades - Restrito a no máximo 16 viajantes, os grupos do Mountain Lodges são o jeito mais confortável de chegar a Machu Picchu por algumas das mais belas trilhas incas. As rotas são percorridas de lodge a lodge, com os pernoites acontecendo em refinadas hospedarias de montanha

BLUE BALLS: FESTIVAL REÚNE O MELHOR DA MÚSICA INTERNACIONAL

Entre os dias 20 e 28 de julho, acontece o Blue Balls Festival, conhecido por ser um dos maiores festivais de música contemporânea do mundo, e que ocorre em Lucerna, na Suíça. É a oportunidade para quem está na cidade e deseja ouvir ícones da música internacional e descobrir novos talentos, já que a festividade reúne grandes nomes do blues, jazz, soul, funk, rock e pop em perfeita harmonia com intervenções artísticas de rua, exposições fotográficas, cinema e palestras.
O que torna o evento único é a atmosfera ao redor do Lago de Lucerna, já que as mais de 100 apresentações serão realizadas na área externa do Centro Cultural e de Convenções KKL Luzern. Haverá também apresentações pagas e noturnas no Hotel Schweizerhof. 
O Blue Balls Festival também ocorre no verão europeu, quando a temperatura é mais quente, o sol aparece e o que as pessoas mais querem é sair de casa. 
A lista de artistas convidados inclui nomes consagrados como Alanis Morissette, Alex Francis, Jessie J, Melody Gardot, Gary Clark Jr e Pohlmann. Os ingressos podem ser adquiridos no site oficial do Blue Balls Festival. 

AMANHÃ, CONTRA A COSTA RICA - DIA “D” PARA AS PRETENSÕES DA SELEÇÃO BRASILEIRA

Estádio de São Petersburgo
Não foi o que todos esperávamos o resultado da estreia do Brasil na Copa do Mundo que se está realizando na Rússia.  O empate de 1 x 1 acontecido no último domingo, contra a Suíça  não foi de todo ruim, mas todos esperavam uma partida difícil, mas com a vitória dos brasileiros. Não valem muito as justificativas de que o nosso representante foi “garfado” nos lances do gol de empate da Suíça e na não marcação de uma penalidade máxima num lance em que Gabriel Jesus tinha tudo para fazer o gol que seria do desempate. Para nós, realmente houve nos dois lances participação tendenciosa do juiz. Mas  somente daí tirar conclusões é muito pouco. O fato é que o Brasil não apresentou o futebol que todos esperávamos.
Amanhã, às 09:00 (horário do Brasil), a seleção canarinha volta pela segunda vez a campo para enfrentar o segundo adversário de sua chave, a Costa Rica. É um jogo quase decisivo, pois qualquer tropeço nos deixará praticamente fora das duas primeiras colocações na chave. Só a vitória interessa, fato que, quase certamente, nos levará a prosseguir no caminho do hexa. Segundo tudo indica, jogaremos com a mesma formação do jogo anterior. A preocupação estava no desconforto que sentia Neymar logo após o jogo contra a Suíça. O nosso principal astro saíra do campo mancando, em consequência da implacável marcação dos adversários. Mas após o treino de ontem, o nosso craque de referência já mostrou que irá para o jogo de amanhã.
PROVÁVEIS FORMAÇÕES – Conforme tudo indica, os adversários de amanhã, às 09 horas, no Estádio de São Petersburgo, serão as seguintes: 
Brasil -   Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro e Paulinho;  William,  Gabriel Jesus, Philippe Coutinho  e, Neymar 
Costa Rica -  Navas, Gamboa, Acosta,  Giancarlo González, Óscar Duarte, Calvo, Guzmán, Celso Borges, Venegas, Bryan Ruíz,  Ureña e Óscar Ramírez.
O juiz principal da partida será o holandês Bjorn Kuipers. 

SÃO JOÃO DE SÃO LUÍS - PREDOMINAM NAS RUAS O “BUMBA MEU BOI” E O “CACURIÁ”

O São João de São Luís, teve abertura oficial na quinta-feira (14), na capital do Maranhão. Lá, além dos tradicionais São João e São Pedro, também se comemora São Marçal. As quadrilhas dão lugar a um dos espetáculos mais emblemáticos da cultura brasileira: o Bumba Meu Boi que, associado a outras “brincadeiras”. como o tambor de crioula e o cacuriá, tornam incomparáveis os festejos juninos ludovicences.
As barraquinhas estão armadas pela capital maranhense, cujo centro histórico é tombado como patrimônio cultural da humanidade. Comidas típicas, manifestações culturais e o pleno envolvimento das comunidades são marca registrada das festas juninas do Maranhão que, no ano passado, movimentaram R$ 60 milhões, dos quais R$ 20 milhões em São Luis.
O Bumba Meu Boi é o carro-chefe do São João de São Luís. São mais de 100 grupos subdivididos no que o maranhense denomina de 'sotaque', que envolve variações de ritmos, indumentária e instrumentos musicais, segundo a secretaria de Turismo de São Luís. Os “bois” são integrados por pessoas da comunidade que passam o ano trabalhando em trajes ornamentados com incríveis bordados feitos a mão.
Durante a festa não dá para deixar de provar o que há de mais típico na gastronomia maranhense. O arroz de cuxá, o guaraná Jesus e o suco de bacuri estão entre os itens mais procurados nas barracas de palha dos arraiás dos bairros e do centro histórico. Tudo embalado pelos ritmos e danças característicos da cultura local: Tambor de Crioula, Cacuriá, Dança do Coco, Bambaê de Caixa, Dança do Lelê, Dança Portuguesa e Dança do Boiadeiro, entre outros.

CHAPADA DOS VEADEIROS - EM JULHO O FESTIVAL ILUMINA

A sexta edição do Festival Ilumina será realizada no Novo Portal da Chapada, em Alto Paraíso, Chapada dos Veadeiros, de 06 a 08 de julho. Na programação, workshops antecedem o evento, a partir de 03 de julho, e seguem até dia 13.
 Com o propósito de estimular ainda mais o autoconhecimento serão realizados 21 workshops de aprofundamento abrangendo as temáticas da música, sagrado feminino, corpo, dança e yoga, e alimentação consciente, com 44 vagas  por turma. Práticas, como yoga e uso de florais já chegaram até o Sistema Único de Saúde e, segundo o Ministério da Saúde, quase 1,5 milhão de atendimentos foram feitos em 2017.
Entre as oportunidades de aprofundamento há atividades com a atriz, escritora e mestre em desenvolvimento humano, Maria Paula, que ministra o "Liberdade Crônica", dia 04 de julho, e "O Poder de Cura do Limão + Sobremesas Lácteas Vivas", com Conceição Trucom. Já o Instituto Biorregional do Cerrado é responsável pelo workshop "Design Social Permacultural para Formação de Ecovilas e Comunidades Sustentáveis", dia 11 de julho. Flavia Wenceslau e Mariene de Castro, que cantam durante o evento, também compartilham seus conhecimentos nos workshops "As Sete Notas de Um Caminho  vida, música e propósito" e "Matrizes Africanas na Música", respectivamente.
O Festival Ilumina foi criado em 2013 por Lara Luzuah e Karla Duarte e recebeu 450 pessoas logo na estreia. Ano passado, em sua quinta edição, atingiu público de duas mil pessoas em dois dias evento e a expectativa é de 2500 pessoas em 2018.