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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

CALEIDOSCÓPIO -UM BRASIL EM CHAMAS

UM BRASIL EM CHAMAS
Não bastam as péssimas notícias que envolvem os Três Poderes da República, objetivamente nos casos da Lava-Jatos. Não bastam a crise econômica e financeira por que passa a União e os Estados. Há tempos e com pico no momento a violência extrema apavora e incendeia a população brasileira do Oiapoque ao Chuí, de leste a oeste, Estamos vivendo clima de terror. Não há lugar seguro. Os marginais do narcotráfico, com ramificação nos mais diversos tipos de bandidagem, foram “comendo pelas beiradas” e hoje são uma força forte e desafiadora da ordem legal. Com seus “generais” mandando de dentro das cadeias, as diversas facções aos poucos se foram fortificando a ponto de se dizer que possuem milhares de armas de grosso calibre, mais modernas até do que as utilizadas até pelas Forças Armadas, deixando de lado as milícias dos estados e municípios. O resultado disto são os diversos e audaciosos tipos de crime nas capitais e nas menores comunidades. Não há lugar invulnerável para os ladrões. O índice da vinolência há muito superou o que acontecia há anos em Medelín. Na Colômbia, anos seguidos, o medo se abateu na população, dominada por um bando de ricos e fortes traficantes de crack, cocaína e tudo que era entorpecente, mercadorias valiosíssimas do comércio que enchia as burras destes chefões do tráfico. Felizmente, com uma política inteligente e ostensiva de combate a tanto mal, Medelin hoje é exemplo de terra civilizada e a população é que manda. No Brasil, porém, as autoridades maiores negligenciaram no combate ao crime e o que vemos atualmente é o medo até doentio em todos os recantos do nosso país continental. Com sua 'assistência social” nos grandes aglomerados, no Rio, em São Paulo e em todos os estados, e fazendo “justiça” aos que não lhes seguiam, os chefões brasileiros da marginalidade se impuseram, mesmo dentro das cadeias. São riquíssimos e mandam. Não se temem, nem agora com a intervenção das forças do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, da Força Federal e dos órgãos de segurança estaduais e municipais. O nosso maior cartão postal, o Rio de Janeiro é o clássico exemplo de que o povo brasileiro continua amerontado diante da ação dos meliantes. A insegurança na antes Cidade Maravilhosa já se tornou banal. Penha, Alemão, Cidade de Deus e até a decantada Copacabana são um perigo, de dia e de noite. Salvador e os municípios da área metropolitana, na última semana registraram 29 mortes violentas. Fortaleza e sua Região Metropolitana também está no topo da criminalidade. Os registros de assaltos e mortes, principalmente nos finais de semana, também são gritantes. Enfim, todo o Brasil vive momentos de angústia. Até quando governos e forças vivas na nacionalidade deixarão de frear de fato tamanho castigo imposto ao nosso povo, antes considerado pacífico e ordeiro?

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