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quinta-feira, 15 de junho de 2017

CALEIDOSCÓPIO - UMA CONFRARIA EM MARCHA

UMA CONFRARIA EM MARCHA
Nos últimos tempos, tenho conversado muito com o colega e amigo Carlos Casaes sobre questões relacionadas ao turismo, especialmente no que diz respeito à vida associativa na Abrajet, entidade em  que ambos temos longa vida associativa, principalmente ele que foi dos primeiros da entidade. Lembramos dos bons tempos em que um congresso e reunião do Conselho eram motivos para se discutir os problemas da categoria, dos associados, do turismo, mas sobretudo instantes de muita confraternização. Lamentamos que o rumo seguido nos últimos anos, principalmente neste último quadriênio, tenha sido sobremodo desagregador, com uma presidente sem rumo certo, mas com sede pessoal de representatividade. Foi posta no cargo numa eleição fraudada em João Pessoa. “Eleitores” desconhecidos vindos de avião chegaram na exata hora da votação, em viagem patrocinada por um ex-presidente que se encastelara na Abrajet dirigindo como queria, sem “dar bolas” para os associados, mas com o fito de continuar sendo a eminência parda.  O lamentável é que alguns associados antigos caíram no canto de sereia do “rei” e coonestaram os ilícitos.  O mais grave aconteceu na cidade de Santos na “reeleição” da senhora que agora tomou conta da entidade. Ilegalidades por cima de ilegalidades maculando os Estatutos. Até exímio cabelereiro votou, como se jornalista de turismo fosse. A representação da São Paulo, de uma hora para outra, passou de pouco mais de duas dezenas para quarenta e tantos. Os protestos foram gerais, mas a “reeleição” foi assegurada pelo “rei”, que presidiu a Assembleia Eleitoral. Assim, por estes e outros fatos, associados de 14 Seccionais da Abrajet estão em ferrenha oposição à atual presidente. Foi justamente por causa desta desagregação que eu e o Casaes pensamos não ser justo estarem afastados de um convívio mais frequente tantos colegas. Daí a intenção da criação de um organismo que de fato proporcione instantes de fraterno e sadio convívio, tratando do bem-estar de todos e que, também como lema, trabalhe com afinco e honestidade pelo turismo brasileiro. Não seria a Confraria um órgão dos jornalistas, mas de jornalistas de turismo. Não pensamos que se deva deixar de ser associado da Abrajet. Pelo contrário, achamos que deveremos participar do próximo Congresso e reunião do Conselho, marcados para agosto próximo, em Aracaju. Lá, com os Estatutos nas mãos e, se for necessário, com assistência judicial, deveremos exigir que a entidade entre nos eixos. O caos não pode continuar. Quanto à Confraria, estamos trabalhando para que ela se consolide em setembro próximo, em Fortaleza. Na semana passada, na residência do Casaes, durante cordial e supimpa almoço, foram dados os primeiros passos. Lá estivemos com o Luiz Felipe, de Pernambuco; Flávio Gomes de Barros e Ivaldo Pinto, de Alagoas; Sérgio Moreira, de Minas Gerais; e Sávio xxx, da Paraíba. O Gutemberg Bogéa, o Guto, do Maranhão, tinha passagem comprada para participar do encontro. Contudo, súbita enfermidade de uma filha o impediu de viajar. Mas ele reiterou o seu apoio ao movimento, que vem sendo bem visto por colegas de todo o Brasil. Confrade é irmão. Portanto, merece convívio saudável.  

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