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quinta-feira, 15 de junho de 2017

CHEGANDO A ALTA ESTAÇÃO

Antonio José de Oliveira
Pres Abrajet CE
Se existe uma coisa, nesta vida, da qual gostamos bastante de fazer, é escrever sobre assuntos agropecuários e turísticos. No primeiro caso, por trabalhar, há 39 anos, na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce); no segundo, por ter sido um dos fundadores da página de turismo do jornal O POVO, no convívio, em 1974, com Izabel Pinheiro (colunista da página de turismo) e José Mário Pinto, por muitos anos, o editor de turismo do jornal O Povo.
Consola-nos saber que Fortaleza continua a capital mais procurada pelas pessoas que desejam realizar viagens de férias, eventos ou a negócios do país, embora perca para Salvador e Porto Seguro-BA, que, na nossa opinião, sabem, realmente, explorar o turismo com muito profissionalismo e o Estado brasileiro, no qual devemos espelhar-nos, em matéria de turismo, tratando-se das suas diversas modalidades. 
Ficaríamos mais satisfeitos, caso o Estado do Ceará recebesse, em cada alta estação uns 500 mil turistas ou mais. Delírio nosso? Não. Um dia, quem sabe, chegaremos lá! Eis, caro leitor, que se aproximam as férias (alta estação) do mês de julho de 2017. Para quem milita, nesse segmento econômico, gerador de empregos e de renda, é motivo de euforia, pois o turismo impacta mais de 54 atividades de cunho econômico e cultural.
O negócio é que, num Estado paupérrimo, os recursos são escassos para o setor. Deveriam ser investidos mais recursos financeiros na promoção do turismo local, mas nos agrada pensar grande, visto não ofender ninguém. Em turismo, é sempre bom pensar grande. Tudo, no turismo, deve ser ótimo: atrativos, serviços, pessoas etc.
No mês de julho próximo, entraremos de férias e vamos percorrer algumas praias e recintos turísticos de Fortaleza. Nossa preocupação é com a limpeza da orla marítima, com a higiene, nas barracas de praia, segurança pública, prestação de serviços e outras coisas mais, que, às vezes, contribuem para denegrir a imagem do Ceará turístico. Não concebemos, çor exemplo, garçom servindo, primeiramente, os homens e deixando as mulheres por último, mesmo que tenham sido treinados.
Bem! Como somos otimistas, sempre estamos a desejar que o nosso Estado venha a ultrapassar o da Bahia, em termos de atrair mais turistas estrangeiros e brasileiros. Defenderemos, amiudemente, as causas maiores do turismo cearense. Queremos um turismo, com profissionalismo, ética e transparência em tudo o que se fizer em seu benefício e, consequentemente, da população, pois não é aceitável a prática desta atividade econômica na base do amadorismo. 
Ah! Que jamais exploremos os turistas! Eles precisam retornar sempre e, nós, que vivemos em um Estado pobre e enfrentando cinco anos consecutivos de seca, aí é que necessitamos dos gastos dos turistas, para aquecer um pouco a combalida economia cearense. Para tanto, é necessário satisfazermos suas demandas e oferecer-lhes o que há de melhor, útil e agradável. Não matemos, pois, a “galinha dos ovos de ouro”.

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