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quinta-feira, 23 de abril de 2015

CALEIDOSCÓPIO - MOBILIDADE URBANA

MOBILIDADE URBANA
Vem sendo elogiável o esforço do prefeito Roberto Cláudio de, pelo menos,  minimizar os muitos entraves que a população de  Fortaleza enfrenta em relação à mobilidade urbana. O problema, sem dúvida, é de difícil solução, pois a cidade somente aqui e ali demonstra que cresceu obedecendo a um planejamento. Graças a poucos iluminados de mais de um século atrás, temos algumas ruas e avenidas largas e praças grandes, bonitas e arborizadas. Herança destes tempos,  estão aí as avenidas Tristão Gonçalves, Imperador, o Passeio Público, a Praça do Ferreira, a General Tibúrcio, a do Coração de Jesus (com o Parque da Liberdade (Cidade da Criança ao lado) e as praças José de Alencar e Castro Carreiro, estas duas últimas completamente degradadas no momento  pelo desleixo das autoridades competentes. Os prefeitos Cordeiro Neto, Vicente Fialho, Murilo Borges e Juraci Magalhães até que deram sua contribuição para que surgissem novas ruas e avenidas largas, contudo negligenciaram no consentir o aparecimento de ruelas e favelas por toda parte e não tiveram força suficiente para impedir que “camelôs” e aproveitadores de toda a espécie tomassem conta de logradouros públicos,  enfeando a cidade e prejudicando sensivelmente o ir e vir das pessoas. Daí que é bem-vindo o esforço do prefeito fortalezense atual em se preocupar em resolver gargalos que dizem respeito direto a uma população de mais de dois milhões e meio de habitantes. É bem-vinda  a interferência em locais como no cruzamento das avenidas Antônio Sales e Washington Soares, nas avenidas Santos Dumont Dom Luís e, agora,  na  Bezerra de Menezes ( Corredor Expresso – BRT).  Também, a criação de ciclovias. Verdade é que, nestas últimas ações, o prefeito venha sendo bastante criticado pelos seus adversários político, sob argumentos vários. Contudo, estamos com a maioria da população, que vem recebendo as obras com aplausos, mesmo apontando falhas a serem corrigidas. Lamentamos, contudo,  que a Prefeitura ainda não tenha voltado suas vistas para minimizar os entraves de mobilidade urbana em avenidas como a Virgílio Távora, a Desembargador Moreira, Pontes Vieira e  Barão de Studart. Nestas artérias, aliás como em quase toda Fortaleza, há problemas não apenas em relação a trânsito, mas  principalmente no que diz respeito a limpeza pública.  A avenida Barão de Studart, por exemplo, precisava de ser melhor olhada, pois  é onde se localizam dois pontos de referência da cidade – o Palácio da Abolição e a Casa da Indústria. Está  de fazer dó. Lixo, calçadas quebradas, canteiro central mal cuidado, iluminação pública deficiente estão presentes do começo ao fim. Dai a razão por que, ela como as citadas,  devem também, o mais breve  possível  merecer as atenções da Prefeitura. A cidade é um todo. Mas, no item prioridade de melhoria de mobilidade urbana, sugere-se que elas agora sejam a bola da vez.

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