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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

O NECESSÁRIO GRITO DE ALERTA DA ABIH-NACIONAL

Saudando o amigo-leitor e desejando-lhe maravilhoso fim de semana, nosso artigo, desta semana, versa, sobre algumas propostas turísticas, entregues aos presidenciáveis pela presidência da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH-Nacional),  na pessoa do presidente Manoel  Cardoso Linhares, hoteleiro de Fortaleza, que está mostrando serviços, em prol do desenvolvimento sustentável desse segmento socioeconômico e cultural –  o Turismo e, em especial, na área da hotelaria.
Antes de apontarmos algumas soluções, ou seja, no documento, apresentado pela ABIH-Nacional, que são medidas corretivas, visando aumentar o crescimento do setor turismo/hotelaria, afirmamos, sem medo de ferir a suscetibilidade de quem quer que seja, tratar-se de um fato vergonhoso o fechamento de 90 hotéis, desde a Copa do Mundo de 2014, quando o Brasil levou uma lavagem da Alemanha por 7 a 1, envergonhando, também, mundialmente, a seleção brasileira, patrocinadora do supracitado evento.
De acordo com o publicado pelo jornal Folha de São Paulo, edição de domingo, 5 de agosto de 2018, eis a relação das capitais com hotéis fechados. Vamos lá: Belo Horizonte, 23; Salvador, 21; Porto Alegre, 16; Rio de Janeiro, 13; Cuiabá, 7; Manaus, 4; Curitiba, 3; e Brasília, 2.  Agora, capitais que não fecharam hotéis: São Paulo, Recife, Fortaleza e Natal. Ainda bem que a bela, sedutora e hospitaleira capital do Ceará (Fortaleza) ficou de fora de lamentável fato na rede hoteleira do Brasil. Isso é sinal de que hoteleiros cearenses sabem enfrentar as crises econômicas, sociais e políticas, de cabeça erguida, sendo criativos nas atividades de seus empreendimentos.
Mas, isso, também, não significa estar tudo cem por cento, ( As observações são de nossa autoria) ,em matéria dos hotéis fortalezenses e pelo interior do Ceará. Há, ainda, imperfeições e falta de mão de obra especializada em muitos deles, apesar de treinamentos para seus trabalhadores nas diversas modalidades de serviços internos e externos. Faltam atendimento de qualidade, aposentos confortáveis e limpos ( banheiros, roupas de cama, mesa etc.), sem falar dos cuidados com a manutenção dos elevadores, além da cobrança de diárias, alimentação  e serviços, com preços exorbitantes, sobretudo nos períodos da alta estação. Este fato não é restrito a alguns hotéis, porém se estende ao comércio, artesanatos, restaurantes, bares, ambientes de diversão pública, barracas de praia, casas de shows artísticos e culturais e por aí...
Exposto essas mazelas, que comprometem a imagem turística e parte da rede hoteleira brasileira e cearense, passemos ao que a ABIH-Nacional deseja para o desenvolvimento sustentável do turismo do Brasil. São propostas que não podem assegurar se serão praticadas, caso um dos muitos pré-candidatos à presidência da República do Brasil venha a ser eleito.  De antemão, os parabéns ao presidente da ABIH-Nacional, hoteleiro, de Fortaleza-CE, Manoel Linhares pela elaboração, contando com ajuda e apoio dos presidentes e diretores das ABIHs-Nacionais, de importantes e necessárias propostas aos presidenciáveis.  Aproveitando o ensejo, a indagamos: a presidência da ABAV-Nacional seguiu, também, o exemplo da ABIH-Nacional e elaborou propostas?  E outras entidades de peso do turismo brasileiro procedeu, igualmente, à  ABIH-Nacional?  
Prossigamos, amigo-leitor, com as propostas da ABIH-Nacional. Dentre elas, destacamos: acabar com a desburocratização, que atravanca o turismo brasileiro; manter o estabelecimento de um diálogo com os governos e futuros governantes, nos seus diversos níveis, para enfrentar as questões burocráticas e a elevada carga tributária, essas na opinião do presidente Manoel Linhares; falhas na infraestrutura do país, mormente nas áreas do transporte, segurança, saúde, educação e em outras; fortalecimento da imagem do Brasil no exterior e seus diferenciais como destino turístico; melhora nas condições, para investimentos nacionais e estrangeiros, e apoio à inovação como condição de competitividade; apoio e adoção de políticas de taxação inteligente, que incluam a simplificação, na tributação e desburocratização, para melhoria do ambiente de negócios; melhora da capacitação, em todos os níveis educacionais, assim como das habilidades técnicas; busca de mercados internacionais emissores de turistas. Por falta de espaço, encerramos com a proposta de aprimoramento dos transportes aéreo, rodoviário, ferroviário e náutico, garantindo conectividade eficiente, para facilitar as viagens para o Brasil e dentro do Brasil. Há outras importantes propostas, com vistas a incrementar as ações benéficas ao turismo brasileiro.  Obrigado pela leitura e ótimo fim de semana, amigo-leitor!

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